Na última segunda-feira, 15, ativistas chilenos se acorrentaram em frente a sede do partido Unión Demócrata Independiente (UDI). O intuito era o de demonstrar indignação contra membros que tomam atitudes homofóbicas.
Os manifestantes acusam a UDI de criar medidas que vão contra a comunidade LGBT, além de impedir que projetos de lei que favoreçem direitos gays sejam votados.
A manifestação acabou cinco horas depois com a polícia levando os manifestantes para a delegacia. O presidente do "El Movimiento de Integración y Liberación Homosexual" (Movilh), Rolando Jiménez, os ativistas Eduardo Ubila e César Contreras e a transexual Claudia Espinoza foram presos e liberados horas depois.